Sobre o Agrupamento de Escolas D. Afonso Henriques

 

O Agrupamento de Escolas D. Afonso Henriques - Vila das Aves (AEDAH) é constituído por seis escolas, englobando alunos desde o Pré-escolar ao Ensino Secundário. A sede do agrupamento é a escola secundária que oferece cursos de prosseguimento de estudos, cursos profissionais nas áreas da Saúde, da Informática e do Turismo e ainda Cursos de Educação e Formação de Adultos. Os alunos do 2º e 3º ciclos estão distribuídos pelas escolas EB de Vila das Aves e EB de S. Tomé de Negrelos. Esta última abrange, ainda, alunos do pré-escolar e 1º ciclo e conta também com uma Unidade de Apoio Especializado a alunos com deficiência profunda. O Jardim de Infância das Fontainhas é a única escola destinada apenas ao ensino pré-escolar. As Escolas de Bom Nome e Quintão 1 abraçam alunos do pré-escolar e 1º ciclo.
O Agrupamento de Escolas D. Afonso Henriques (AEDAH) – Vila das Aves, resultou da unificação do Agrupamento Vertical do  Ave e da Escola Secundária D. Afonso Henriques. Trata-se de uma instituição pública de ensino básico e secundário com profissionais qualificados e participativos, abertos à mudança, o que se pode comprovar pela participação de alguns docentes em diferentes MOOC (Massive On Line Courses)  da  Euroschoolnet e do   CO-LAb (Laboratórios de Aprendizagem), integrados em escolas geograficamente dispersas, mas unidas numa mesma missão.O Agrupamento situa-se no concelho de Santo Tirso, estendendo-se pelas freguesias de Vila das Aves e S. Tomé de Negrelos. Esta última apresenta uma área de 5,49 km2 e tem aproximadamente 4200 habitantes. Vila das Aves contempla, por sua vez, uma área de 6,07km 2 e conta com cerca de 11 mil habitantes. Trata-se do segundo núcleo urbano do concelho de Santo Tirso.
Vila das Aves e freguesias limítrofes foram, até há bem pouco tempo, favorecidas pela indústria têxtil e pela emigração, causas do seu desenvolvimento semiurbano, a par de um centro aglutinador com algum comércio, habitações e serviços. A indústria dos plásticos, dos fibrocimentos e ramos afins apareceram como alternativa ao momento crítico vivido pelos têxteis e confeções que empregavam uma percentagem significativa da população ativa.
A atração que as unidades fabris sempre exerceram sobre as populações, oferecendo emprego fácil sem necessidade de grande formação, condicionou a mentalidade das famílias que, ainda hoje, têm dificuldade em estimular devidamente os seus filhos a procurarem novos horizontes e expectativas através do ensino, da formação profissional e do acesso ao conhecimento. O agrupamento tem trabalhado no sentido inverter esta tendência e de mostrar a importância de uma formação qualificada nos tempos que correm.
 O agrupamento pretende dotar os alunos das competências necessárias ao bom desempenho das funções a nível profissional.   Também a avaliação dos resultados da Formação em Contexto de Trabalho por parte das empresas em estreita colaboração com os professores, permite atuar nas áreas mais débeis, elevando ano a ano os níveis de excelência no desempenho das funções necessárias ao mercado de trabalho por parte dos alunos.